março 10, 2008

do ausente ao ocupado.

artrópodes do Instituto de Artes

março 8, 2008

aquele lugar possui uma biodiversidade incrível. vira e mexe cai um bicho bizarro no meu ombro, e resolvi ir fazendo uma pequena coletânea deles – porque quando mudarmos para a barra funda cinza e industrial, eles não nos acompanharão.

uma das primeiras – a mariposa que repousou numa planta do átrio durante quase um mês.


esta é das borboletas mais comuns…

…e logo já vem outra.

eu apaixonei-me por esta aranha minúscula e transparente.

no começo ela ficou meio cabreira. escondia-se e tal, pulava na minha câmera…

mas depois que percebeu que não lhe faria mal, até começou a posar e deu-me esta foto, uma das minhas preferidas dentre as que tirei de aracnídeos. ela realmente interage com o observador.

uma vespinha em cima da mesa da cantina.

a princípio, parece uma aranha com três segmentos corporais. mas não, não pode, aranhas possuem cefalotórax! mas que raio?
foi um momento selvagem animal planet: uma pequena aranha rajada e peluda, tão grande quanto a unha do indicador, come outra aranha menor ainda, translúcida. era essa a outra cabeça meio escondida, e nesta foto dá até pra ver as patinhas da presa. triste fim documentado.

o que primeiro chamou nossa atenção foi a teia, construída durante estas férias, cinco vezes maior que o fragmento da foto.

depois vimos que yah, uma aranha de porte razoável que a fez. tamanho de uma mão de envergadura.

e venenosa, ainda por cima – olhem pro amarelo e as pintas alarmantes.

disseram que está com ovos, e vê-se uma reserva de moscas embaladinhas. com o tamanho e complexidade daquela teia não há erro…
por enquanto é isso. já vi milhões de outros que não fotografei, até julho espero ter muitos mais. e sim, cheguei muito perto de todos eles para as fotos.

self-portrait II

março 8, 2008

depois de alguns retoques e de feita a borda. tirei a foto (scanner só em campinas) com uma luz em cima para ficar mais visível que o fundo é cobre. usei tantos materiais que a minha etiqueta na exposição vai ser a maior de todas.

a pele é pastel seco esfumaçado, o cabelo é pastel seco riscado. detalhes em preto foram feitos com lápis de carbono. o fundo é nanquim sépia misturado com tinta acrílica dourada, que deu esse cobre fantástico. queria um efeito meio bizantino e ia usar só dourado no início, mas achei muito tacky (e continuo achando mesmo com o cobre, que é maravilhoso por si, mas aplicado é outra coisa). a minha blusa é feita de crayon vermelho e verde, caneta de nanquim descartável preto e caneta dourada. o suporte é papel vegetal (que é translúcido) cosido a um papel debret branco meio queimado, formando a borda. no fim, até ficou parecendo que o retrato é rendado em volta.

há qualquer coisa nele que me incomoda. não tou nada satisfeita. queria mais desconstruído.

daqui a uns dias posto um diferente. ou quem sabe tambem o resto dos auto-retratos de minha classe, que vamos expor semana que vem pra recepcionar os bixos.

self-portrait I

março 6, 2008

lixo?

março 2, 2008

take– the oregon short line to salt lake

fevereiro 27, 2008

o intervalo entre 03:22 a 5:01 de mason city. e por que não o blueberry boat inteiro? ouçam. não é possível descrever o conto de fadas sinistro que é esse álbum esquizofrênico. é ele que tem me salvado sucessivamente na última semana. tenham paciência – algumas músicas vão mesmo parece dignas de se passar, mas de repente aparece um piano dissonante irresistível que faz valer a pena absorver os barulhos irritantes e refrões um pouco enjoativos. no fim tudo se funde, e cada parte de blueberry boat torna-se harmônica e essencial. ou quase – o clímax é no começo, o que acaba fazendo de faixas como ‘birdie brain’ dispensáveis depois das mind-blowing ‘quay cur’ e a faixa-título. chris michaels e mason city estão algo no meio, um bocadinho ressacadas, mas devo dizer que adoro todas as mudanças aparentemente sem sentido de andamento e melodia, e em especial o trecho em particular que citei no começo. se bem que é injusto falar de um trecho só com tantas passagens out of the blue que pintam cenas que não pensava serem possíveis… o álbum terminaria muito bem em ‘turning round’, mas ‘wolf notes’ acabou por ser um anexo adorável. depois de alguns anos a ouvi-lo, em viagens, antes de dormir, dormindo, enfim, em diversas situações, ele ainda me surpreende e encanta, primeiro deixando minha mente vazia para depois enchê-la com histórias esquisitas que sempre estiveram perdidas nalgum lugar da minha memória.

maybe we’re the aliens

fevereiro 25, 2008

a comunidade da banda tam! no orkut contava com quatro pessoas: eu, william, giovana e beano (ou murphy, ou… o seu nome verdadeiro que já não me lembro qual é). o william havia me passado uma música deles há anos, chamada aliens, e tínhamos plena certeza de que éramos os únicos a conhecer a banda – até encontrarmos… o murphy. ele é um verdadeiro music geek. não tem mesmo mais nada pra fazer a não ser ficar digitando qualquer coisa no soulseek e lotando o HD. conversando com o sujeito, descobri que ele também só tinha as mesmas músicas que eu – aliens, a versão normal E acústica – e havia criado a comunidade pra ver se alguém mais conhecia. qualquer outra coisa era impossível de se achar. só sabíamos que a banda realmente existia porque havia uma citação ou outra pelas páginas gringas (três no máximo). uma delas dizia que o nome tam! era por causa do frontman, tam treaner; isso nos dava forças para continuar em frente. já éramos três, desesperados por qualquer informação que fosse do maldito tam!, quando surgiu lá do nada a giovana, uma antiga amiga e bandmate minha.
eu na época já estava fodida com ela por causa de fiery furnaces (longa história, eu juro, não foi tão idiota quanto parece) e achei o cúmulo ela começar de novo com a mesma coisa, agora com tam!. o que ela conhecia deles? só aliens, também. não havia muito mais que fazer dessa vez.
passaram-se os anos.
um dia desses, na casa do will, puxei o assunto da música. ele me disse que havia visto um vídeo uma vez, mas nunca mais achou de novo. eu pensava que eram só os delírios dele – até agora de pouco.

TAM! – aliens (vídeo)

mas a história não acabou nisso, na verdade – pouco tempo depois, eu voltei à casa do will. estávamos conversando e ele disse algo como:
- aaaah mas a saraiva num é tão ruim tótinha, eu encontrei o cd do tam! lá
- QUEEE CD DO TAM!?
- o que eu tenho aí! foi dele que eu tirei aliens mano, comprei na saraiva um dia do nada, nem sabia o que que era HAUhuahauihIUua
- VOCÊ NUNCA ME DISSE QUE TINHA UM CD DO TAM!.
- aaaah é que eu num curti tanto as outras músicas, só aliens
- deixa-me ouvir agora!!!!

(…)

- hmmm… é mesmo uma merda. ainda bem que eles botaram aí uma reprise acústica de aliens.

fevereiro 22, 2008

pessoas que metem . – ‘ e afins no começo do nick do msn só pra aparecerem no topo da lista:

fevereiro 20, 2008

faço questão de não falar com vocês exatamente por esse motivo. saibam que estão todos juntos no meu grupo Z.

fevereiro 16, 2008

(estou de férias, ok?)


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